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CNPJ 59.681.458/0001-04

INFORMAÇÃO

Anvisa Determina Apreensão e Proíbe Comercialização de Seis Marcas de Sal Irregulares

A Anvisa determinou a apreensão e proibiu a venda de seis tipos de sal da marca Quanqton (Ocean Salts, Sal Integral, Sal Perfeito, New Quantic, Endurance e Sal Marinho Integral).

Anvisa Determina Apreensão e Proíbe Comercialização de Seis Marcas de Sal Irregulares
Airton Guimes da Silva
  • Publishedagosto 10, 2026

Produtos eram comercializados pela internet em embalagens de até 2 kg; sem registro e fabricados clandestinamente, itens prometiam combate a cãibras e melhoria do desempenho físico.

Por Redação g1 — Publicado em 09/08/2026 – 15:21 – Foto: Tara Winstead/Pexels

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a apreensão e a proibição da fabricação, importação, distribuição, venda, divulgação e uso de seis marcas de sal comercializadas de forma irregular no país.

A medida atinge produtos fabricados por empresa não identificada e vendidos em sites e plataformas digitais de comércio eletrônico:

  • Quanqton Ocean Salts
  • Sal Integral Quanqton
  • Sal Perfeito
  • New Quantic
  • Endurance
  • Sal Marinho Integral

Os produtos eram oferecidos em embalagens de 250 g, 1 kg e 2 kg. Nenhum deles possuía regularização sanitária na Anvisa, o que impede a garantia de critérios mínimos de segurança, qualidade e composição para o consumo humano.

Propagandas Proibidas e Falsas Promessas Saúde

Além da clandestinidade, a fiscalização identificou a veiculação de propaganda enganosa em sites e redes sociais. Os sais eram apresentados falsamente como suplementos esportivos de alta performance voltados para praticantes de atividades físicas intensas.

Entre as alegações irregulares constatadas nos anúncios estavam:

  • Promessas de conter “concentração elevada de magnésio” para “reposição mineral real durante e após o esforço físico”;
  • Afirmações de que o produto “evita câimbra e fadiga muscular”;
  • Garantias de “hidratação celular real com eletrólitos de alta absorção”;
  • Promessa de “recuperação mais rápida após treinos e provas longas”.

A legislação sanitária brasileira proíbe que alimentos ou suplementos sem comprovação científica prévia aprovada pela agência atribuam a si propriedades terapêuticas ou de otimização de desempenho. A recomendação aos consumidores é interromper o uso dos itens e solicitar o reembolso junto às plataformas de venda.

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