Setembro Amarelo: confira indicações de livros que ajudam a cuidar da saúde mental
No Setembro Amarelo, a literatura atua como aliada no cuidado com a saúde mental. A seleção da revista Glamour reúne 6 livros que abordam desde relatos de consultório e psicanálise
Obras que abordam autocuidado, psicologia e o impacto das telas ajudam a ampliar o diálogo sobre bem-estar emocional, servindo como aliadas no reconhecimento de sentimentos e no apoio à saúde mental
Por Renata Telles — Publicado em 21/09/2026 – 14:42 – Foto: Pexels
A conscientização promovida pela campanha do Setembro Amarelo reforça a importância de colocar a saúde mental em pauta e de buscar ajuda especializada quando necessário. Embora a leitura não substitua o acompanhamento com psicólogos e psiquiatras, a literatura surge como uma importante ferramenta de apoio. As páginas ajudam a reconhecer padrões de comportamento, acolher emoções difíceis e oferecer novas perspectivas sobre os desafios do cotidiano.
A arte de se sentir melhor: Sua saúde mental em dia
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Ficar bem pode não ser tão simples quanto parece. A partir da própria jornada pela terapia, Matilda Heindow, ilustradora por trás da @crazyheadcomics, reúne técnicas e ferramentas que a ajudaram a lidar com pensamentos negativos, autossabotagem e sentimentos difíceis. Um livro acolhedor sobre saúde emocional e a importância de tratar a si mesmo com mais gentileza.
A voz na sua cabeça: como reduzir o ruído mental e transformar nosso crítico interno em maior aliado
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A Voz na Sua Cabeça, do neurocientista e psicólogo Ethan Kross, investiga como o diálogo interno pode influenciar emoções, decisões e bem-estar mental. A partir de pesquisas científicas, estudos de caso e histórias reais, o autor mostra como pensamentos negativos e espirais de ansiedade podem ser transformados em ferramentas de equilíbrio emocional, sem a necessidade de silenciar a própria mente.
Cartas de um terapeuta para seus momentos de crise
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Cartas de um Terapeuta reúne textos em que sentimentos como saudade, medo, tristeza e esperança ganham voz em cartas delicadas e poéticas escritas por Alexandre Coimbra Amaral. Com uma linguagem sensível e acolhedora, a obra propõe reflexões sobre emoções, autoconhecimento e vulnerabilidade, convidando o leitor a enxergar dores e limitações não como ponto final, mas como parte de uma trajetória de transformação e significado.
Café com Freud e Lacan – A dor de existir
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No terceiro volume da série, a psicanalista Fabiana Ratti investiga a dor emocional e os desafios da saúde mental no século XXI. A partir de conceitos da psicanálise e de exemplos clínicos, aborda temas como ansiedade, depressão, burnout e síndrome do pânico, além das perdas, mudanças e inseguranças que atravessam diferentes fases da vida. Inspirada em tragédias de Sófocles e Nelson Rodrigues, a autora relaciona conflitos sociais, familiares e psicológicos presentes no consultório contemporâneo.
Talvez você precise conversar com alguém
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Talvez Você Deva Conversar com Alguém mistura relatos de pacientes com a própria experiência da terapeuta Lori Gottlieb ao buscar ajuda para lidar com uma crise pessoal. Com sensibilidade, humor e reflexões sobre medo, culpa, ansiedade e relações humanas, a autora mostra que terapeutas também enfrentam fragilidades e questionamentos, em uma narrativa sobre escuta, autoconhecimento e a capacidade de transformar a própria vida.
A geração ansiosa: Como a infância hiperconectada está causando uma epidemia de transtornos mentais
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A Geração Ansiosa analisa o aumento expressivo de transtornos como ansiedade e depressão entre crianças e adolescentes desde os anos 2010, relacionando esse cenário à transição da infância baseada no brincar para uma infância marcada pela hiperconectividade e pelo uso constante de telas. O psicólogo social Jonathan Haidt discute como mudanças no comportamento digital impactam o desenvolvimento social e emocional dos jovens, afetando sono, atenção e relações sociais, além de explorar diferenças de impacto entre meninos e meninas. A obra também propõe caminhos práticos para famílias, escolas, empresas e governos diante desse cenário, com foco na redução dos danos psicológicos e na reconstrução de uma infância mais equilibrada.
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