Setembro Lilás reforça a importância do tratamento do Alzheimer e do suporte aos cuidadores
A campanha Setembro Lilás reforça que, embora não tenha cura, o Alzheimer pode ser tratado. O diagnóstico precoce ajuda a retardar sintomas e preservar a qualidade de vida do paciente
Diagnóstico precoce, acompanhamento multiprofissional e suporte à saúde física e mental de familiares e cuidadores são pilares para preservar a qualidade de vida diante da evolução da doença.
Por Redação – Publicado em 16/09/2026 – 16:27
A campanha Setembro Lilás busca conscientizar a população sobre a doença de Alzheimer, condição que responde por 60% a 80% dos casos de demência no mundo. Embora a enfermidade não tenha cura, especialistas reforçam que o diagnóstico precoce e a instituição imediata de terapias adequadas são fundamentais para conter a rápida progressão dos sintomas e preservar a autonomia do paciente pelo maior tempo possível.
O tratamento do Alzheimer combina intervenções medicamentosas e abordagens não farmacológicas. Segundo o neurologista Dr. Antônio Eduardo Damin, médico consultor da Libbs, a identificação precoce permite um planejamento terapêutico estruturado para controlar alterações de comportamento e estimular as funções cognitivas.
Linhas de cuidado e atenção à saúde do cuidador
As diretrizes internacionais de saúde recomendam um conjunto de práticas integradas para garantir a segurança e o bem-estar dos pacientes:
- Estímulo Cognitivo e Físico: Prática regular de exercícios adaptados e atividades de estimulação cognitiva diária.
- Adequação do Ambiente: Adaptação da estrutura residencial para mitigar os riscos de quedas e acidentes domésticos.
- Suporte ao Cuidador: Acompanhamento voltado à saúde mental de familiares e cuidadores, que apresentam maior incidência de estresse crônico, ansiedade, depressão e distúrbios do sono devido à sobrecarga de rotina.
Manter a saúde do cuidador em dia é considerado parte integrante do sucesso terapêutico, garantindo uma assistência contínua e segura ao paciente.
Referências
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Informações não referenciadas correspondem à opinião ou prática clínica do profissional da saúde entrevistado.
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